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abril 20, 2005
Sem espinha
Zita Seabra contestou que se tenha transformado "o aborto na questão central da vida das mulheres portuguesas" e que se discuta o assunto "como se não estivessem acessíveis os métodos contraceptivos» ou de planeamento familiar e como se «as mulheres, os casais não tivessem a mínima informação".
(Abril’05)
"A verdadeira alernativa que se coloca aqui hoje …é se vão continuar a morrer mulheres nos hospitais portugueses, diariamente, nos meandros do aborto clandestino, nesse sórdido negócio a que a lei põe termo". A incoerência é um triste espectáculo ! Publicado por rpx às abril 20, 2005 07:04 PM
(Zita Seabra, 1984)